Atravessarei o mar
Em busca daquele cristal
Que foi posto em provas
Pro Eremita sem direção
Atirei-me nessas folhagens
Que me serviram como imagem
Protegendo-me dessa agonia
Diante da humanidade perdida
Passarei pelas encostas
Aprendendo aptidões
Nessas viagens floridas e encolhidas
Que refletem na minha vida
Voltarei sem pensar
Quando as fábulas imaginárias
Pararem de me atormentar
Criar!
quarta-feira, 21 de maio de 2008
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